domingo, 13 de novembro de 2011

Meu Bairro em Versos

              
                            
Cordel: Bairro do Prado
Espere para ouvir a estória que vou contar
Sobre o espaço de viver e o espaço de sonhar
No interior eu cresci e sonhava em me mudar
Para Maceió viajei e no bairro do Prado vim morar
Aqui logo eu busquei um lugar para estudar

Do Prado para UFAL muita coisa conheci
E com saudades de casa neste lugar eu vivi
Aqui antes era brejo não tinha população
De hipódromo de corrida veio sua denominação

Aconchego dos mortos cemitérios abrigou
E com passar dos anos residencial se tornou
Assim logo cresceu e tradicional ficou
Sendo reconhecido lugar bom pra se morar
Com comercio, com escolas e tudo que precisar

Por suas ruas caminhei e com suas arvores me encantei
Amizades conquistei e sonhos multipliquei
E com determinações tudo modifiquei 

A minha vida mudou
E o amor eu encontrei
Com muita emoção para outro lugar me mudei
Mas tudo que no Prado vivi no coração eu guardei.
Jane Paula Soares de Almeida
              


Música e Momento Histórico

Musica: Pra frente Brasil (copa de 70)
Autoria: Miguel Gustavo
Letra


Noventa milhões em ação,

Pra frente Brasil,

Do meu coração...

Todos juntos vamos,

Pra frente Brasil,

Salve a Seleção!


De repente

É aquela corrente pra frente,

Parece que todo o Brasil deu a mão...

Todos ligados na mesma emoção...

Tudo é um só coração!


Todos juntos vamos,

Pra frente Brasil!

Brasil !

Salve a Seleção!!!




Acontecimento histórico
Essa música marcou fortemente a História do Brasil na década de 70, consagrada na conquista do tricampeonato mundial de futebol no México, se tornou o hino do futebol ajudando também a realçar os princípios nacionalistas do governo ditatorial. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Conhecendo O Museu Virtual de Brasília

O Museu Virtual de Brasília buscar compartilhar com os visitantes a história da cidade que representa um grande marco da história do Brasil. Apresentando imagens e informações sobre arte, cultura, um tour virtual com imagens em 3D dos principais pontos turísticos; uma linha do tempo com a história da cidade; exposições monumental, residencial, gregária e bucólica. Na sessão Medioteca possui alguns vídeos com as primeiras imagens de Brasília na sua fase de construção, onde é possível perceber características históricas, geográficas, estética e humana, que conduziram o seu desenvolvimento arquitetônico e social. Para conferir acesse o site: http://www.museuvirtualbrasilia.org.br/

Objeto Histórico

                                                    Ferro de passar à carvão
O ferro de passar à carvão tem seus primeiros vestígios de  utilização no século IV. Os primeiros povos a utilizar objeto semelhante para alisar roupas foram os chineses usando uma panela de latão com brasas dentro movimentada-a  por meio de um cabo cumprido. Outras culturas passaram usa-lo iniciando assim um processo de evolução que acompanhou o desenvolvimento das sociedades. No século XV, o ferro a brasa passou a ter forma parecida com a que conhecemos hoje, no século XIX surgi outras formas de funcionamento deste objeto a base de: água quente, gás e álcool, seu desenvolvimento culminou até a criação do ferro elétrico, que foi se aperfeiçoando  possibilitando melhores condições de manipulação. Quer saber Mais?

domingo, 16 de outubro de 2011


 
História da Minha Rua

 Rua Rodrigues Alves

A história aqui descrita se remete a Rua Rodrigues Alves localizada no bairro do Prado na cidade de Maceió - AL. O Prado um dos bairros mais tradicionais de Maceió, localizado entre a praia do Sobral e o centro da cidade, é assim denominado por sua localização lembrar o hipódromo, pois antigamente a área do bairro era reduto de pista de corrida de cavalos, onde os competidores saiam do centro da cidade em direção às margens da Lagoa Mundaú percorrendo a área que corresponde ao bairro hoje. Segundo informações da Secretaria de Urbanização do Município, no século XIX o bairro não tinha uma caracterização de área urbana, o local era bastante arborizado e havia poucas residências com construções de taipa e um cemitério construindo para enterrar vítimas da Varíola (doença infectocontagiosa), o terreno tinha características pântano com uma umidade que dificultava a construção de prédios e residências, mas com o passar dos anos o terreno ganhou estruturas mais consistentes, que veio permitir e facilitar a povoamento.

Logo o bairro ganhou característica residencial, acolhendo a população de baixa renda, passando pelo o processo de pavimentação e saneamento, o seu crescimento foi rápido e continuo, conquistando outros moradores da classe média que transformaram a infraestruturar, com a construção de residências maiores, edifício e casa comerciais. Apesar do crescimento das edificações o bairro ainda é bastante arborizado, as arvores é um dos atrativos local dos quais os moradores fazem questão de preservar, sendo muito comum encontrar diferentes tipos de arvores nas frentes e nos quintais das casas.

O seu desenvolvimento ganhou investimento da população local e de pequenos empresários. Hoje o bairro se caracteriza como um bom lugar para se morra, ganhado espaço no mercado imobiliário, pela proximidade ao centro e pela facilidade de acesso a diferentes serviços, pois comporta na sua área e adjacentes uma grande oferta de escolas municipais, estaduais e particulares (educação infantil e 1° e 2° grau), supermercado, mercadinho, mercearias, padarias, oficinas, farmácias, lojas de conveniências, igrejas praças, cemitérios entre outros.

É neste ambiente que está localizada a Rua Rodrigues, sendo assim denominada em homenagem a presidente do Brasil Rodrigues Alves que foi terceiro presidente civil paulista eleito em 1902 governando até 1906, considerado um conservador que teve o seu governo marcado pela realização de obras públicas.

A rua é pavimentada, possui bons serviços de abastecimento água e saneamento básico, comporta amplas residências e algumas casas comerciais como: deposito de água, padaria, mercadinho e farmácia, tem boa localização e infraestrutura no bairro. Todavia segundo Dona Neide, moradora antiga, que reside na rua há 26 anos não foi sempre assim, ela relata que a rua sempre teve casas grandes, os donos investiam em suas construções mais logo comercavam a se desgostar, pois pelo terreno ter sido brejo antes se tinha muitos problemas com a umidade que ficava nas paredes das casas, mesmos a rua pavimentada criava grandes poças de lamas que quando passava o período de chuvas demorava dias para secar, como também faltava muita água, os moradores passavam semanas e até meses sem água nas torneiras, em virtude disto muitas pessoas desistiram de morra e vendiam suas casas.

Hoje ela tem 72 anos, e diz que gosta muita de morar na Rua Rodrigues Alves, “aqui tenho bons amigos e sempre que chegar um vizinho novo faço questão de dar boas vindas, aqui só morra pessoas de bem”. Assim como dona Neide, é comum encontra as famílias reunidas nas calçadas nos fim da tarde e finais de semana. Atualmente os moradores continuam a ter problemas nos períodos de chuvas, pois sempre que chove muito a rua fica alagada, onde já teve várias enchentes com a água invadindo várias casas, ocasionando prejuízos aos moradores. Em virtude disso os moradores fizeram várias modificações nas calçadas construindo estruturas mais altas para evitar que a água invada a suas casas, mas alguns afirmam gostar muito de morar nesta rua, gostaria que o problema com as enchentes fossem solucionado pelo poder publico, para que possam melhorar cada vez a qualidade de vida dos moradores.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

/A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo,
Sem tira-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostra-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
Para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir;
Aprender com meus erros.
Afinal eu posso sempre ser melhor.
A lutar contra as injustiças;
Sorrir quando o que mais desejo e gritar minhas dores para o mundo,
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
A ser carinhosa com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
 Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente,
Pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente,
Pois também preciso desse amor;
Alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordada;
Acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
Aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estralas”, embora nem sempre consiga entendê-las;
 A ver o encanto do pôr do sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre  lutando para preservar o que importa para a felicidade do meu ser;
A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usa-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando formas da maneira que eu escolher.

Charles Chaplim


sexta-feira, 26 de agosto de 2011




Antes da UFAL
Terminei a minha escolarização em nível médio no ano de 2005, até então não tinha planos de fazer nível superior, durante o ano de 2006 busquei fazer cursos técnicos de informática básica e outros que me possibilitassem entra no mercado de trabalho, logo comecei a trabalhar e os cursos que realizei me foram muito uteis. 
No ano de 2007 comecei a sentir necessidade de ampliar a minha formação, para tanto, no mês de abril comecei a frequentar um curssinho pré-vestibular buscando retomar e ampliar meus conhecimentos me preparando assim para as provas. Neste momento as dificuldades começaram a repercutir na forma de como articular o trabalho com os estudos. O meu horário de trabalho se dava das 12 às 18 horas e cursinho se iniciava às 18hs e 30min até às 22h e 30min. Muitas vezes chegava ao curso muito cansada mal tinha entusiasmo para entende aquelas formulas de química, física e o logaritmo de matemática era um terror, mesmo diante das dificuldades o cursinho tinha uma adrenalina motivadoras que me  fazia sentir vontade de prossegui. Fui contagiada pelo entusiasmo daqueles que almejavam mais que tudo uma vaga na UFAL. Na hora da escolha do curso, fiquei muita indecisa entre psicologia e pedagogia, antes do vestibular da UFAL, fiz a prova de uma Faculdade particular para psicologia a qual fui aprovada, e pretendia cursa se não passasse na UFAL. No PSS optei por pedagogia pela minha escolarização em nível médio ter sido no curso normal e pela concorrência ser menor.
O 1° grande dia...
Fiz as provas acreditando muito que o resultado seria positivo. Mas em novembro no dia da divulgação, me senti insegura sem vontade de saber o resultado, acreditava que não tinha sido aprovado. As 20h fui até a lan house com a minha irmã, verificar quem dos meus colegas de cursinho tinha sido aprovado, após olhar algumas listas apareceu a de pedagogia, meu coração começou a bater mais forte a cada nome que surgiu, quando localizei nome naquela lista não acreditei verifique novamente se não havia algum erro na página, neste momento a minha irmã confirmou dizendo “você passou”. Seguimos para casa muito felizes, logo ela ligou para todos informando boa noticias. A minha aprovação na UFAL tinha dois grandes significados, todos da minha família ficaram orgulhosos por ser a primeira pessoa da família a ser a aprovada em uma Universidade Federal, como também não teriam que sacrificar o orçamento para custear uma faculdade particular.   
O 2° grande dia...
No dia da matricula fique bastante apreensiva idealizando como seria a UFAL, e, mas precisamente como faria para ir até lá, pois apesar de morar já há 2 anos em Maceió, não conhecia a parte alta da cidade, peguei informações com uma colega de trabalho que conhecia a Universidade, ela me orientou qual ônibus pegar onde descer e de como chegar ao CEDU. No dia da matricula levantei muito cedo, pois a ansiedade não me deixou dormir, pegue o ônibus Forene/Trapiche que levou cerca de 1 hora e 20min para adentra no campus da Universidade, durante o percurso pensava que aquela seria minha rotina diária durante quatro anos. Ao descer busquei informações de como chegar ao CEDU. Neste comecei a entender um pouco da dinâmica daquele espaço, e percebi que seria algo diferenciado de tudo que já tinha vivido na minha vida de estudante. Na volta para casa peguei o ônibus errado indo parar no Terminal da Forene...que desespero me atrasei bastante e não foi possível ir trabalhar.
O Primeiro dia de aula
No primeiro dia de aula, mais uma vez fiquei bastante ansiosa, ao chegar a UFAL desci do ônibus no bloco de matemática e fui andando até o bloco João de Deus, pois nosso curso ainda não tinha bloco, até o segundo semestre as aulas aconteciam neste bloco.  Fiquei bastante inquieta naquele espaço com tantas pessoas desconhecidas, sendo observada a cada fala a cada gesto, onde a professora deixava claro a implicações da nossa escolha. Neste momento surgiu a indagação que me perseguiu durantes praticamente cinco períodos do curso, sendo abordada em quase todas as disciplinas “por que escolheu pedagogia?” foram tantas as vezes que respondi está pergunta que me desgastei tentando elaborar uma resposta sem me repetir.  
Durante o curso
Inicialmente todo processo parecia ser doloroso, as dificuldades se apresentavam de forma contínua, desde como aliar trabalho e estudo e em meio ao cansaço diário fazer leituras de vários textos, elaborar resumos, resenhas e pesquisas de campo, mas com o passar dias e dos semestres, as coisas foram se atenuando, sendo possível organizar uma rotina harmoniosa e a leituras daqueles terríveis textos que muitas vezes tomava como obrigação, passou a ser compreendida como um momento de aprendizado um tanto prazeroso.
  O curso veio possibilitar grandes conquista em todas as áreas da minha vida, passei pelo processo de amadurecimento que se intercalou com o processo de construção de conhecimentos proporcionado pelo curso. Durante está trajetória construir grandes amizades antigas e recentes, com as quais aprendi e estou aprendendo bastante. Pessoas que estarão para sempre em minha vida, porque me fizeram muitas vezes pensar e repensar as minhas atitudes, os meus conhecimento e acreditar que posso ser melhor ou simplesmente conquistaram um lugar no meu coração. E outras amizades não tão grandes, mas que contribuíram bastante para meu crescimento enquanto estudante e pessoa. Neste percurso aprendi a compreender, discutir e idealizar diferentes formas de compreender o mundo respeitando as diferentes ideologias.